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O dia 25 de maio é o “dia Internacional de Conscientização da Tireoide”. A campanha mundial tem o objetivo de conscientizar o público, imprensa e profissionais de saúde sobre a tireoide e seus distúrbios. O Centro de Endocrinologia e Diabetes de Joinville – Endoville, estará promovendo uma série de ações educacionais, destinadas aos profissionais de saúde e ao público geral. A campanha conta com distribuição de material educativo e divulgação de informações sobre tireoide para a mídia.

A Tireóide é uma glândula localizada no pescoço, que produz dois hormônios – T3 e T4 – de fundamental importância para o nosso organismo. Estes hormônios agem como combustíveis, interferindo no funcionamento adequado do cérebro, coração, rins, fígado, pele, além de estarem relacionados ao controle da temperatura, reprodução, padrão de sono e inclusive estado de humor. Desta forma, doenças da tireóide, levando ao excesso ou falta de hormônios tireoideanos (Hipertireoidismo e Hipotireoidismo, respectivamente), bem como a presença de nódulos na glândula, têm repercussões importantes sobre o nosso organismo, necessitando de tratamento especializado.
Hipertireoidismo e Hipotireoidismo Sintomas de hipertireoidismo: - Dificuldade de dormir
- Aceleração dos batimentos cardíacos
- Intestino solto
- Agitação
- Muita energia, apesar de muito cansaço
- Queda de cabelos
- Calor e suor exagerado.
- Menstruação irregular


Sintomas do hipotireoidismo:
- Depressão
- Desaceleração dos batimentos cardíacos
- Intestino preso
- Menstruação irregular
- Diminuição da memória
- Cansaço excessivo
- Dores musculares
- Sonolência excessiva
- Pele seca
- Queda de cabelo
- Ganho de peso
- Aumento do colesterol no sangue

A causa mais comum do hipertireoidismo é uma doença auto-imune (o próprio corpo produz proteínas que “atacam” o órgão) chamada Doença de Graves. Outra doença da tireóide chamada Bócio multinodular também pode produzir hormônios em excesso. Como causas do hipotireoidismo temos a Tireoidite de Hashimoto (também de causa auto-imune), retirada cirúrgica da tireóide ou tratamento com iodo radioativo. Algumas crianças nascem com hipotireoidismo porque não têm a tireóide ou porque a mesma não funciona bem. O teste do Pézinho faz o diagnóstico e a criança deve ser tratada o mais rápido possível. O tratamento é para a vida toda.

Dados Estatísticos
Cerca de 10% das mulheres acima de 40 anos e em torno de 20% das que têm acima de 60 anos manifestam algum problema na tireóide. Porém é importante estar atento, pois todas as pessoas, independente de sexo e idade, estão sujeitas a alterações desta glândula. Algumas estatísticas demonstram que 1 em cada 5 mulheres que procuram seus ginecologistas para iniciar a terapia de reposição estrogênica apresentam, na verdade, problemas tireoidianos. Nódulos na Tireóide
Os nódulos na tireoide são mais frequentes nas mulheres que nos homens, e aumenta a sua prevalência com o envelhecimento. Estão presentes em 5% a 10% da população adulta, e cerca de 5% destes nódulos podem representar algum tipo de câncer desta glândula.

Tireóide: auto-exame
Se você apresenta um conjunto de sintomas, como os descritos, veja como fazer o auto-exame da tireóide.

O material necessário: Copo com água e um espelho (se possível, de cabo).

1. Segure o espelho e procure no seu pescoço a região logo abaixo do Pomo de Adão (popularmente conhecido como gogó). Sua tireóide está localizada aí.
2. Estenda a cabeça para trás para que esta região fique mais exposta. Focalize-a pelo espelho.
3. Beba um gole de água e engula.
4. Com o ato de engolir, a tiróide sobe e desce. Observe se há alguma protrusão ou nódulos na sua tiróide. Atenção: Não confunda a tireóide com seu Pomo de Adão. Repita este teste várias vezes até ter certeza.
5. Ao notar protrusões, procure seu Endocrinologista.

Segundo a literatura, cerca de 40% das mulheres com mais de 50 anos sofrerão uma fratura relacionada à osteoporose durante sua vida. Uma em cada cinco mulheres com Osteoporose pós menopausa que já tiveram uma fratura vertebral irão apresentar uma nova fratura no período de um ano. Seis meses após uma fratura de quadril, só uma em cada sete pacientes será capaz de andar sem nenhuma assistência, e apenas uma será capaz de subir escadas. O risco de uma mulher morrer por complicações decorrentes de uma fratura de quadril é o mesmo de morrer de câncer de mama.

Foi realizado em Joinville um estudo em 273 voluntários em dois ansionatos e um centro de endocrinologia na cidade de Joinville, nos períodos de 15 a 19 de outubro de 2012 (pacientes institucionalizados) e 04 a 08 de março de 2013 (pacientes não institucionalizados). Os pacientes institucionalizados apresentaram uma prevalência maior de osteoporose em relação aos pacientes não institucionalizados. A osteopenia foi semelhante nos dois grupos, apesar da diferença da idade média. Os dados dos pacientes institucionalizados foram enviados para os responsáveis técnicos para ação junto às suas instituições. Os demais participantes que apresentaram osteopenia e/ou osteoporose, foram encaminhados para a realização de densitometria óssea de coluna e quadril, confirmação diagnóstica, e orientados para tratamento médico.

Os pacientes diabéticos atendidos no Centro de Endocrinologia e Diabetes de Joinville apresentaram um percentual de controle de 68%, Endoville apresenta resultados superiores no controle do Diabetes.

Depois de 1 ano, os Drs. Luíz Antônio de Araújo e Julia Appel do Centro de Endocrinologia e Diabetes de Joinville - Endoville, finalizam estudo que constatam que 68% dos pacientes diabéticos atendidos no centro estavam controlados. Este nível de controle é superior aos dados da literatura, e a metodologia utilizada foi o exame de hemoglobina glicada (HbA1c Now), que avalia a média da glicose de 24 horas num período de 3 meses que antecedem o exame.

Considerando um estudo realizado nos EUA pela National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) no período de 1999 a 2000, em que o percentual de pacientes controlados foi de 57%, enquanto que 23% não estavam controlados, e outro estudo realizado no Brasil por Mendes e colaboradores no período de 2007 a 2008 com 6701 pacientes, em 10 cidades brasileiras, e que apresentou 27% com controle adequado e 73% não controlados, a equipe médica resolveu avaliar os resultados do centro.

Foram avaliados 444 pacientes no período de março de 2012 a março de 2013. Os dados analisados foram: sexo, idade, glicoteste e HbA1c NOW no momento da consulta, e encaminhado a dosagem da glicose e HbA1c em jejum de 8 a 12 horas para o laboratório Gimenes.

A idade dos pacientes estudados variou de 19 a 91 anos (média de 58 anos), sendo 244 (55%) do sexo feminino e 200 (45%) do sexo masculino. Destes, 301 (68%) dos pacientes se encontravam com HbA1c NOW < ou igual a 7% (controlados), e 143 (32%) com HBA1c > 7% (fora das metas de controle da Sociedade Brasileira de Diabetes – SBD e da American Diabetes Association - ADA).

Os resultados de 68% de controle adequado do Centro de Endocrinologia e Diabetes de Joinville, foram superiores aos dados da literatura, comprovando a excelência no atendimento dos pacientes diabéticos em Joinville.

A tradicional reunião do Clube da Hipófise de Joinville – ano VII, está marcada para dia 28 de maio de 2013, às 20h, Hotel Mercure Joinville Prinz, em parceria com a Sociedade Joinvilense de Ginecologia e Obstetricia.
O assunto central do encontro será a hiperprolactinemia.

Os temas abordados serão:
1 – Up To Date - Hiperprolactinemia
2 – Disfunção hormonal como causa da infertilidade
3 - Manejo Cirúrgico dos prolactinomas

Após o evento, o laboratório Pfizer, patrocinador do evento, estará oferecendo aos presentes um jantar de confraternização.
Joinville é considerado um dos melhores centros de referência em neuroendocrinologia e neurocirurgia do sul do país, e o clube da hipófise tem contribuído em muito para este conceito.

Dr. Luiz Antônio de Araújo, Diretor Técnico da Endoville, presidirá o XIX Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes, de 9 a 11 de outubro, na capital catarinense. O evento reunirá cerca de 4.500 participantes.

O programa Passo a Passo é uma iniciativa do IDF (International Diabetes Federation), com o apoio da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), criado com o objetivo de melhorar o manuseio dos problemas relacionados ao Pé Diabético, através do treinamento sequencial de profissionais de saúde. Baseado no rastreio precoce, educação, pesquisa, divulgação e equipe multidisciplinar, este projeto pioneiro em nosso país, busca a redução das taxas de ulceração e amputação dos pacientes diabéticos. Dra. Julia Appel, corpo clínico da Endoville, representa o programa em Santa Catarina, e é coordenadora da 1a edição do "Passo a passo", que será realizado em 2013 na cidade de Joinville.

O Diretor Técnico da Endoville, Dr. Luíz Antônio de Araújo, participou do Webmeeting Diabetes Leadership Summit nos dias 15 e 16 de março, na cidade da Lima - Peru. Durante os dois dias do encontro foram discutidos vários temas de interesse na área de diabetes, com destaque para as diretrizes do tratamento do diabetes Tipo 2. Participaram cerca de 300 endocrinologistas da América Latina, além de palestrantes do Canadá, EUA, Reino Unido, Alemanha e Dinamarca.

Luíz Antônio de Araújo e Julia Appel, médicos do corpo clínico da Endoville, participaram do Congresso da Sociedade Latino Americana de Tireóide - LATS, dias 20 e 23 de março, em Florianópolis. Durante o congresso foram discutidos vários temas de interesse na área de tireóide, com destaque para as diretrizes do tratamento do câncer de tireóide, incluindo os novos tratamentos, abordagem dos nódulos, e a atenção ao hipotireoidismo e hipertireoidismo.

Está disponível no site da Secretaria Estadual da Saúde, consulta pública sobre os análogos de insulina. É importante que médicos, outros profissionais de saúde, pacientes e familiares, participem emitindo sua opinião, para que o documento final atenda as reais necessidades de nossos pacientes que necessitam do uso dos análogos de insulina em Santa Catarina.

Para consultar o site acesse saude.sc.gov.br

Em outubro de 2012, coordenamos em nossa cidade a Campanha de Combate à Osteoporose.
Foram realizados 312 exames de ultrassonometria de calcâneo para avaliar o risco da doença. O público interessado foi além da expectativa. Por esse motivo, durante a semana de aniversário do nosso centro, de 4 a 8 de março, estaremos realizando este exame gratuitamente, para pacientes que foram cadastradas na referida campanha.
Cerca de 200 mulheres serão beneficiadas.
Uma homenagem da Endoville ao “Dia Internacional da Mulher“.

Apesar de não ser considerado a cura para o diabetes, um estudo realizado pela Unidade de Terapia Celular do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), vem obtendo resultados animadores no tratamento de pessoas com a doença crônica. Das 25 pessoas que participaram do estudo com células-tronco, 21 deixaram de usar insulina em algum momento, sendo que 3 mantiveram a liberdade continuamente e 18 transitoriamente.

Em entrevista ao site da SBEM, o Dr. Carlos Eduardo Couri, que coordena as pesquisas, fala sobre os procedimentos utilizados, o perfil dos voluntários e a repercussão internacional obtida com o sucesso da pesquisa. Confira:

Site da SBEM: Há quando tempo existe o estudo?
Dr. Carlos Eduardo Couri - Na década de 1990, um dos maiores cientistas do Brasil, o imunologista Júlio Voltarelli (falecido em março de 2012), criou a unidade de terapia celular do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP). Esse centro é específico para o tratamento de doenças autoimunes, como esclerose múltipla, esclerose sistêmica e lúpus. Em 2003, o Dr. Voltarelli me convidou para integrar um novo grupo de pesquisas e analisar se tínhamos condições de realizar o transplante de células-tronco em pacientes com diabetes tipo 1 recém-diagnosticado. Iniciamos, então, uma técnica pioneira no mundo, que hoje é exportada para diversos países.

Site da SBEM – Quais são os métodos utilizados?
Dr. Carlos Eduardo Couri - Inicialmente é feita uma coleta de células-tronco hematopoéticas através de veia periférica e, em seguida, elas são congeladas. As células-tronco hematopoéticas são células-tronco multipotentes que têm a capacidade de se diferenciar em elementos figurados do sangue e no sistema imunológico. Estas células-tronco encontram-se normalmente na medula óssea dos ossos e é considerada uma célula-tronco adulta.

Duas semanas após a coleta, faz-se a imunossupressão intensa com o intuito de destruir completamente o sistema imunológico “defeituoso” da pessoa com diabetes.
É como se fosse um desligamento do sistema imunológico, com quimioterapia, em ambiente hospitalar. Após o desligamento do sistema imunológico, ele é “religado” com o uso das células-tronco hematopoéticas do próprio paciente.

Ocorre o que chamamos de “reset imunológico”, fazendo com que o sistema imunológico pare de agredir as células-beta pancreáticas. Assim, o restante das células-beta, que ainda não foram destruídas tendem a produzir insulina de forma adequada novamente. É importante frisar que as pessoas não estão curadas, mas sim controladas e livres da insulina. Elas passaram por uma reeducação alimentar e atualmente monitoram a glicemia diariamente e praticam atividades físicas constantemente.


Site da SBEM - Até o momento, quais foram os resultados obtidos?
Dr. Carlos Eduardo Couri - Este método apresentou ótimos resultados: das 25 pessoas que participaram do processo, 21 deixaram de usar insulina em algum momento, sendo que três mantiveram a liberdade continuamente e 18 transitoriamente. A grande maioria dos pacientes que voltaram a usar insulina o fez com apenas pequenas doses do hormônio em apenas uma injeção ao dia. Outro ponto importante é que avaliações laboratoriais mostram que o pâncreas dos pacientes passou a trabalhar mais e melhor vários anos após o transplante.

Devido ao fato, porém, de vários pacientes retornarem ao uso de insulina (mesmo em baixas doses), em 2011 fizemos uma pequena mudança no protocolo de pesquisa, intensificando um pouco mais o esquema de imunossupressão sem mudar as demais fases do projeto. Três pacientes já foram incluídos e mostraremos os resultados em breve.

Vale à pena destacar que a equipe de transplante é composta de inúmeros profissionais como médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistente social, etc. São mais de 50 pessoas envolvidas numa equipe que praticamente é uma família.

Site da SBEM - Qual deve ser o perfil do voluntário?
Dr. Carlos Eduardo Couri - Apesar dos excelentes resultados de nossos estudos até o momento, trata-se de uma pesquisa que envolve riscos do uso da quimioterapia. Além disso, não sabemos ao certo o resultado do uso de células-tronco em longo prazo. Por estes motivos é que temos que ter critérios rígidos de inclusão de pacientes voluntários em nossas pesquisas. Atualmente, os critérios iniciais básicos são idade acima de 18 anos e diabetes tipo 1 há menos de 5 meses.

O motivo de incluirmos apenas pacientes recém-diagnosticados é que estes pacientes, via de regra, apresentam ainda uma parte funcionante do pâncreas e isto é determinante para o sucesso terapêutico da pesquisa. Diariamente recebemos inúmeros e-mails de pais, amigos e parentes de portadores de diabetes solicitando inclusão, mas realmente não podemos abrir exceções.

É bom destacar também que muitos pacientes possuem os critérios de inclusão e optam por não participar de nossos estudos devido aos potenciais riscos da quimioterapia. A quimioterapia promove queda de cabelos, vômitos e pode induzir infertilidade. Além disso, após este “reset imunológico”, o sistema imunológico recém-regenerado ainda não é maduro e isto pode predispor a um maior risco de infecções.

Site da SBEM - Como se voluntariar ou indicar pessoas para voluntariado?
Dr. Carlos Eduardo Couri - Caso o paciente tenha os critérios inicias básicos, basta entrar em contato diretamente comigo no e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .

Site da SBEM - Qual tem sido a repercussão do estudo no mundo?
Dr. Carlos Eduardo Couri - Pelo pioneirismo e originalidade da pesquisa, conseguimos duas publicações como artigo original no concorrido periódico JAMA (Jornal of the American Medical Association), uma das revistas de maior fator de impacto na área médica. Além disso, tivemos diversas outras publicações nacionais e internacionais. Pelo pioneirismo, o número de citações de nosso trabalho é crescente e vários centros do mundo estão conduzindo pesquisas baseadas nos nossos estudos.

Já em 2005 tivemos a honra de ganhar o Prêmio de melhor trabalho do Brasil, concedido durante o Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes em Salvador e, em 2008, recebemos o Prêmio de Melhor Pesquisa Nacional em Prevenção de Doenças concedido pela Revista Saúde da Editora Abril.

Com relação à repercussão no público leigo, nossos resultados foram mostrados em Jornais internacionais como New York Times, Le Monde e Financial Times e no canal CNN. Ainda no cenário internacional, nossos estudos foram alvo de programa no Discovery Channel Internacional e no canal Japonês NHK.

No Brasil, vários canais de TV e vários jornais têm noticiado nossos achados científicos.

Em 2011, conseguimos um feito pouco comum entre pesquisas nacionais, que foi a aprovação de nosso protocolo pela agência americana FDA (Food and Drug Administration) que regula remédios e alimentos. Além disso, nossos estudos foram aprovados na Europa. Com isto, nós atualmente coordenamos um estudo multicêntrico internacional envolvendo Estados Unidos, França e possivelmente em breve Reino Unido.

Foram ainda realizados estudos independentes replicando nossas pesquisas em países como Polônia e China com resultados semelhantes aos nossos.

Site da SBEM - A utilização de células-tronco pode ser considerada um caminho para a cura do DM1?
Dr. Carlos Eduardo Couri - Na minha opinião, o termo “cura” é um termo muito forte quando falamos de uma doença crônica como o diabetes. Mesmo nossos pacientes que estão completamente livres de insulina devem continuar tomando dois remédios: alimentação saudável e atividade física regular. Além disso, obviamente todos os pacientes mantêm monitorização diária de glicemias.

Acredito que nossas pesquisas com células-tronco ajudaram a trazer mais qualidade de vida aos portadores submetidos à pesquisa. Em paralelo, existem outras pesquisas extraordinárias em andamento como a do pâncreas artificial, insulina oral, insulina inalada, monitores de glicose sem necessidade de perfurar os dedos, Smart Insulin (insulina inteligente) que, em conjunto, nos mostram uma perspectiva excelente para os próximos anos.

Todos os novos tratamentos e pesquisas sérias em andamento estão sempre atrelados aos hábitos de vida saudáveis dos pacientes. O que digo sempre aos pacientes que atendo no meu consultório: “Duvide de qualquer tratamento mágico, rápido e não esteja associado a atividade física regular e alimentação saudável”.

Se não temos a cura no momento, posso dizer que a medicina mundial está a caminho de encontrar e a ciência brasileira está colaborando muito para isto.

Nosso corpo clínico realiza ações com destaque como Centro de Diabetes, de osteoporose com seu Centro de Infusão, e de Neuroendocrinologia. Coordenamos as reuniões do Clube da Hipófise e do Pé Diabético, com a participação de diversas especialidades, servindo de modelo para outras cidades. Realizamos treinamento para profissionais e pacientes em nosso centro. Temos representação no Departamento de Neuroendocrinologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e no Conselho Fiscal da Sociedade Brasileira de Diabetes. Participamos dos mais importantes congressos da especialidade: Congressos Nacionais, Endocrine Society, American Diabetes Associaton, European Associaton Study of Diabetes, Pituitary, International Congress of Endocrinology, Congresso da International Diabetes Federation, e Congresso da American Tyroid Association.
PROGRAMAÇÃO ALUSIVA AO ANIVERSÁRIO:

DATA: 06/02/2013
ATIVIDADE: Reunião de Instalação do CENTRO DO PÉ DIABÉTICO

DATA: 27/02/2013
ATIVIDADE: Reunião do CLUBE DA HIPÓFISE – ANO VII

DATA: 07/03/2013
ATIVIDADE: webmeeting DIABETES NA WEB

A Endoville estará representada no LATAM – Latin American meeting of Neuroendocrinology na cidade do Panamá - Panamá em fevereiro, no Diabetes Leadership Summit em Lima – Peru e Congresso da LATS – Latin American Tyroid Society em Florianópolis, ambos em março, e no mês de junho no Congresso da Pituitary e da Endocrine Society em São Francisco – EUA.

A Endoville passou a ser o Centro de Referência no tratamento do Pé Diabético em Santa Catarina. A Dra. Julia Appel foi indicada para participar do programa “Treinando Treinadores em Pé Diabético” realizado no período de 06 a 09 de dezembro em Brasília. Este curso é uma iniciativa do Programa de Pé Diabético da IWGDf (secção da IDF - International Diabetes Federation), realizado pela primeira vez na América Latina, com o propósito de implementar o “Programa StepbyStep (passo a passo)” na América do Sul e Central, objetivando o maior cuidado com os pés dos pacientes diabéticos e a redução no número de amputações. Cerca de 50 especialistas do Brasil, Chile, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Paraguai, México, Cuba e Uruguai participaram do evento.

Foi realizado no hotel Intercity em Florianópolis, o VIII Encontro Catarinense de Neuroendocrinologia e Neurocirurgia, com participação de endocrinologistas, neurocirurgiões, neurorradiologistas e anestesistas. O NEUROENDO SC foi idealizado pelos Drs. Luíz Antônio de Araújo e Djalma Starling Jardim, respectivamente representando a Endoville e Clínica de Neurologia e Neurocirurgia de Joinville, e surgiu da necessidade de integrar os endocrinologistas clínicos e neurocirurgiões do estado, resultando em três centros de referência (Florianópolis, Joinville, e Blumenau), os quais tem centralizado a maioria das cirurgias hipofisárias, resultando em melhores resultados para os pacientes. Com o apoio do Departamento de Neuroendocrinologia da SBEM, e com vários palestrantes de renome, foi destaque a participação da Dra. Nina Musolino da USP, presidente eleita da SBEM, que participou ativamente de todos os debates. Em função destas ações, Santa Catarina já é reconhecida com centro de tratamento das doenças neuroendócrinas.

Os Drs. Luíz Antônio de Araújo e Julia Appel participaram do 30º Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia, no período de 7 a 10 de novembro na cidade da Goiânia, onde foram discutidos vários temas de interêsse na área de endocrinologia e diabetes. Durante o Congresso foi realizada a prova de Título de Especialista em Endocrinologia e Metabologia (TEEM), com aprovação de apenas 38% dos participantes. Uma das aprovadas foi a Dra. Julia Appel, sendo a mais nova especialista em Joinville, “titulada” pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

O Dr. Luíz Antônio de Araújo, Diretor Técnico da Endoville, participou do Congresso da Associação Européia de Diabetes - EASD, no período de 1 a 5 de outubro na cidade da Berlin - Alemanha. Durante os cinco dias do congresso foram discutidos vários temas de interesse na área de diabetes, com destaque para as diretrizes do tratamento do diabetes, incluindo os novos tratamentos, a relação do diabetes e câncer, e a atenção a hipoglicemia. O Congresso de Berlin foi recorde, com mais de 18.000 participantes. O Brasil teve a maior delegação fora da Europa, em torno de 800 pessoas. Esse é um indicativo do crescimento do Brasil em todos os sentidos, como se observa no exterior, inclusive em participações em Congressos da EASD. Que isso resulte, em um futuro próximo, e em maior envio de trabalhos. Em reunião do World Wide, coordenada pelo Dr.Jaime Davidson,foi consolidado os Simpósios World Wide no Congresso da SBD-2013, em Florianópolis.

Os anabolizantes esteróides são drogas derivadas do hormônio testosterona e são conhecidos, principalmente, pelos efeitos que causam nos músculos (hipertrofia muscular). No entanto, essas substâncias também têm outros efeitos, como crescimento do pelo facial, acnes, engrossamento da voz, alterações na genitália, distúrbios do comportamento, retenção de líquido no organismo, aumento da pressão arterial e podem colocar em risco a vida do usuário.
Esses hormônios possuem usos clínicos e podem, ocasionalmente, ser prescritos sob orientação médica para repor o hormônio deficiente em alguns homens e para ajudar pacientes aidéticos a recuperar peso. Entretanto, por aumentarem a massa muscular, estas drogas têm sido cada vez mais procuradas e utilizadas por alguns atletas para melhorar a performance física e por outras pessoas para obter uma melhor aparência muscular. Não há qualquer controle sob as doses utilizadas, as condições em que são aplicadas ou o tempo em que são tomadas. Este uso estético não é médico, completamente inadequado e ilegal. Algumas pessoas chegam a utilizar anabolizantes esteróides de uso veterinário!

Quem está usando Esteróides Anabólicos?

Tanto adolescentes como adultos estão usando esteróides anabólicos. Desde 1996, o uso juvenil aumentou 39% entre os estudantes do nível fundamental; 67% entre estudantes do ensino médio; e 84% entre os estudantes do último ano do ensino médio. Uma recente inspeção mostrou que 1 em cada 16 estudantes já usou anabolizantes esteróides. O uso está aumentando tanto entre as moças como entre os rapazes. O uso entre atletas universitários também tem aumentado bastante e alguns profissionais continuam usando essas drogas. Também são usados por pessoas jovens não-atletas, com objetivo de desenvolver uma aparência mais musculosa.

Por Que se Preocupar com os Anabolizantes Esteróides?

Os anabolizantes esteróides possuem efeitos colaterais perigosos, tanto físicos como psicológicos. Isso pode ser mais perigoso em jovens, que estão em fase de desenvolvimento, podendo interromper o crescimento. Em mulheres, podem causar mudanças permanentes na voz e na genitália.

Ao parar de usar essas drogas, as pessoas podem passar por uma severa depressão.

O uso das injeções de anabolizantes esteróides pode levar ao risco de infecção pelo HIV e vírus da hepatite, se as agulhas forem compartilhadas. Esteróides Anabólicos obtidos sem uma prescrição não são confiáveis, pois podem conter outras substâncias, os frascos podem não ser estéreis e, além disso, é possível que nem esteróides contenham.

O Que você Pode Fazer com essas informações?

Se você está usando esteróides anabólicos sem orientação médica, pare. Você pode estar causando danos irreversíveis ao seu corpo. Se você tem usado esteróides anabólicos e está passando por problemas de saúde, consulte seu médico.

Se você é pai, professor ou treinador e conhece jovens que estão usando esteróides, converse com eles sobre os riscos e aconselhe a procurarem um profissional da saúde para conhecerem alternativas nutricionais e exercícios para desenvolverem, de modo saudável, sua aparência.

Efeitos Secundários do Uso de Esteróides Anabólicos

Nas Garotas:
• Pelo Facial
• Engrossamento da Voz
• Aumento de pelos no corpo
• Irregularidade menstrual
• Aumento de apetite
• Crescimento do clitóris
• Diminuição dos seios

Nos Garotos:

• Aparecimento de mamas
• Redução dos testículos
• Impotência
• Diminuição da contagem dos espermatozóides
• Calvície

Em Ambos:
• Acnes
• Queda do cabelo
• Distúrbios da função do fígado
• Tumores no fígado
• Explosões de ira ou comportamento agressivo
• Paranóia
• Alucinações
• Psicoses
• Coágulos de Sangue
• Retenção de líquido no organismo
• Aumento da pressão arterial
• Risco de adquirir doenças transmissíveis (AIDS, Hepatite)

Fonte: Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Luiz Antônio de Araújo, presidente da Comissão Executiva Nacional do XIX Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes, realizou no último dia 13 de Setembro, no Centrosul, o lançamento oficial do maior evento da endocrinologia e dos diabetologistas do país, que reúne cerca de 4500 participantes, no período de 9 a 11 de outubro de 2013 na capital catarinense. Participaram os membros das comissões executiva, dentre os quais a Dra. Julia Appel(Sócia da Endoville), comissão científica, representantes da indústria farmacêutica e de produtos, convidados parceiros, além da SBD e SBEM Regionais de Santa Catarina, que se comprometeram em apoiar o evento.

A Endoville esteve representada pelo Dr. Luiz Antônio de Araújo no Congresso da “Advanced Technologies & Treatments for Diabetes Latin America – ATTD LA”, de 7 a 9 de setembro na cidade do Rio de Janeiro, onde foram discutidos os avanços da tecnologia voltado para o tratamento do diabetes. Participaram especialistas dos EUA, Inglaterra, Alemanha, Eslovênia, Israel, e do Brasil. No evento foram apresentados o resultados do Projeto Dream “ Pâncreas Artificial”:

Assista o vídeo:

O Dr. Luiz Antônio de Araújo e a Dra. Julia Appel, médicos do corpo clínico da Endoville, participaram do VII ENDOSUL – Congresso Sul Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia, em Gramado, no período de 30 de Agosto a 01 de Setembro. O Dr. Luiz proferiu aula “avaliação funcional da hipófise”, e coordenou mesa redonda “Diabetes Mellitus Tipo 2”.

 

O Dr. Luíz Antônio de Araújo participou do V Simpósio de Atualização em Terapia Hormonal da Menopausa para Endocrinologistas’, no dia 25 de agosto na cidade da São paulo. Durante todo o dia foram discutidos aspectos práticos na Terapia Hormonal da Menopausa (THM), incluindo os benefícios, limitações e contra indicações da THM. Cerca de duzentos endocrinologistas estiveram presentes e participaram ativamente.

No dia 17 de agosto o Instituto de Diabetes de Joinville - IDJ, realizou o IV Encontro Catarinense de Educação em Diabetes com o apoio da Endoville. Cerca de 100 participantes durante 4 horas debateram temas como o tratamento do diabetes além da glicemia, novas tecnologias no tratamento do diabetes, e tratamento do diabetes baseado em casos clínicos. Participaram médicos, enfermeiros, nutricionistas, além de pacientes no módulo “Pergunte ao Especialista”, de diversas cidades do estado, a maioria exercendo atividades no setor público. Os médicos do corpo clinico da Endoville, Luíz Antônio de Araújo e Julia Appel,participaram do evento proferindo palestra.

Aconteceu no dia 08 de julho a 4a. edição da "Corrida e Caminhada Todos pelo Diabetes" na Avenida Beira Rio.Participaram do evento cerca de 1200 pessoas, dentro os quais 600 alunos das escolas da rede pública estadual. O destaque da atividade ficou por conta da corrida de 5 e 10 Km, com a participação de aproximadamente 280 atletas. O evento foi um grande sucesso, tendo atingido os objetivos traçados  pela equipe IDJ, com a divulgação do Diabetes perante a comunidade e as mídias e pelo estímulo a prevenção desta doença através da atividade física. Nosso centro participou como apoiador desta bela iniciativa.

Para saber mais assista o video:

 

Para ver fotos do evento clique:

http://www.flickr.com/photos/blogdoidj

 

03/07/2012 – Aula “Implantação de Centro de Pesquisa Clínica”- Hospital Marieta  - Itajaí SC. Dr. Luíz Antônio de Araújo.

05/07/2012 – Aula “Tratamento do Diabetes no Idoso”- Congresso Catarinense de Cardiologia – Joinville SC. Dr. Luíz Antônio de Araújo.

07/07/2012 – Aula “Neuropatia Diabéticas – Up To Date”- Encontro Catarinense de Endocrinologia – ECEM – Florianópolis SC. Dr. Luíz Antônio de Araújo.

07/07/2012 – Aula “Diabetes Gestacional – Novos Critérios Diagnósticos”- Encontro Catarinense de Endocrinologia – ECEM – Florianópolis SC. Dr. Luíz Antônio de Araújo.

10/07/2012 – Aula “Tratamento do Diabetes para o Cardiologista” – Blumenau SC.                   Dr. Luíz Antônio de Araújo.

14/07/2012 – “Curso de Diabetes para o Médico Não Especialista”- Endoville- Joinville SC.      Dr. Luíz Antônio de Araújo e Dra. Julia Appel

27/07/2012 – Aula “Hiperprolactinemia – Visão Contemporânea”- Simpósio de Ginecologia Endócrina- Joinville SC. Dr. Luíz Antônio de Araújo.

O Dr. Luíz Antônio de Araújo participou do Congresso da “American Diabetes Association” – ADA, no período de 8 a 12 de junho na cidade da Filadélfia – EUA. Durante os cinco dias do congresso foram discutidos vários temas de interesse na área de diabetes. Com início no dia 23 de junho, até o dia 26, participou do Congresso da “Endocrine Society”, representando o Centro de Endocrinologia e Diabetes de Joinville.

No período de 18/06 à 21/06 a Enfermeira Juliana Pezzini, da Endoville, esteve no Curso de Capacitação para Instalação de Bomba de Insulina e CGMS na sede da Medtronic em São Paulo.

Recentemente, o lutador de MMA, estreante no UFC, Antonio Silva, apelidado de Pezão, revelou a descoberta de um tumor que lhe causou uma síndrome rara: a acrormegalia (gigantismo), felizmente superada após a realização da cirurgia.

A médica endocrinologista Dra. Nina Musolino, presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), explica que a doença é causada pelo aumento da secreção do hormônio de crescimento (GH) e suas características variam de acordo com a fase em que se manifesta: nos adultos, o crescimento atinge as partes moles (pele, tecido celular subcutâneo, tendões, músculos, nervos e cartilagens), enquanto na infância e adolescência o crescimento é longitudinal, causando aumento da velocidade de crescimento e, neste caso, é chamada de gigantismo.

A especialista ressalta que, em mais de 95% dos casos, a acromegalia é causada por um tumor hipofisário benigno, adenoma, produtor de hormônio de crescimento que causa elevação de outro hormônio: o IGF-1. A médica, que se dedica há mais de 25 anos no Hospital das Clínicas exclusivamente na área da neuroendocrinologia e participa de estudos clínicos ligados à aplicação de novas drogas indicados para pacientes com acromegalia, ressalta que os pacientes evidenciam o início dos sintomas sugestivos da doença, em média, sete a dez anos antes da confirmação diagnóstica.

O que acaba retardando o tratamento correto é o fato de que muitos pacientes procuram especialistas para tratar das complicações decorrentes da doença como hipertensão, insuficiência cardíaca, dores nas articulações, síndrome do túnel do carpo, prognatismo, cefaleia e, embora realizando exames e usando medicações para estas co-morbidades, anos se passam antes da suspeita da doença que levou a estes problemas. “Este atraso pode levar ao crescimento progressivo do tumor, podendo comprimir vias ópticas, causar perda visual, piora das co-morbidades, alem de reduzir as chances de resolução do problema com o tratamento cirúrgico”, alerta.

 

Tratamento

De acordo com a endocrinologista, a cirurgia é o tratamento de escolha para a maior parte dos pacientes com acromegalia. Ela explica que a cura depende da experiência do cirurgião, mas também das características do tumor como tamanho e invasão das estruturas próximas à hipófise. Mesmo quando não curativa a cirurgia ameniza a doença, pois pode reduzir o volume do tumor, descomprimir estruturas como o quiasma óptico, levando à melhora visual e dos sinais e sintomas da doença, isto porque diminui os níveis séricos do hormônio de crescimento e do IGF-1.

Quando a cirurgia não leva à normalização hormonal existe a possibilidade de tratamentos complementares, medicamentosos ou por irradiação. “A radioterapia é útil para controlar o crescimento do tumor, embora a normalização hormonal não ocorra em todos os casos e pode demorar muitos anos para ser alcançada após a realização do tratamento”, explica.

Musolino aponta outros medicamentos efetivos no tratamento da acromegalia, em especial os análogos da somatostatina e o antagonista do receptor do hormônio de crescimento. Os agonistas dopaminérgicos, embora menos efetivos, também podem ser úteis isoladamente ou associados aos análogos da somatostatina. Ela afirma que a droga mais eficaz para tratar a doença é o pegvisomanto, antagonista do receptor do hormônio de crescimento. Ele normaliza o IGF-1 em até 92% dos casos, levando a melhora significativa dos sintomas da acromegalia, em especial melhora metabólica, com redução ou suspensão da medicação para o diabetes em boa parte dos pacientes tratados. “Embora sua ação seja no receptor do hormônio de crescimento e não no tumor, poucos são os relatos de pacientes que tenham sofrido aumento no tumor”, conclui.

Fonte: http://sbemsp.org.br/lutador-de-mma-apelidado-de-pezao-realiza-cirurgia-e-supera-o-gigantismo/

 

Especialistas do FDA (Agência Sanitária dos EUA) recomendaram a aprovação nesta quarta-feira do Qnexa (novo medicamento contra a obesidade). O remédio reúne a fentermina – derivado da anfetamina que inibe o centro da fome no cérebro e o topiramato, um anticonvulsivo indicado para epilepsia e enxaqueca e garante a redução de até 10% do peso.

De acordo com os médicos, é mais do que comprovada a eficácia da nova droga para o combate da obesidade.

O medicamento levou dois anos para ser aprovado, pois levantou suspeitas de riscos de defeitos congênitos em bebês de mulheres que engravidaram durante o tratamento e de problemas cardiovasculares.

O laboratório que lançou o medicamento pesquisou mais de 2.400 pessoas obesas ou com sobrepeso, que tinham doenças associadas, como hipertensão. O estudo foi conduzido pela Universidade Duke e financiada pelo laboratório e teve os resultados publicados em abril de 2011 no “Lancet” (publicação científica).

Os resultados apresentados garantindo a eficácia da nova droga foram suficientes para que os especialistas do FDA recomedassem a comercialização nos EUA. De acordo com as pesquisas, o Qnexa é capaz de reduzir em até 10% do peso. Os emagrecedores que conseguem reduzir mais do que 5% de peso já são considerados bastante promissores.

 

No Brasil, nada muda

De acordo com o especialista João Eduardo Nunes Salles, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, membro do Departamento de Diabetes da SBEM-SP e do Conselho Fiscal da SBEM-SP, essa junção (fentermina e topiramato) não deve ser aprovada no Brasil, porque ao contrário da maioria dos outros países, a ANVISA suspendeu a venda de um dos componentes derivados de anfetamina. “A venda só será aprovada caso a ANVISA reveja essa suspensão”, ressalta o médico.

Estudos demonstram que a prescrição isolada do topiramato também seja capaz de diminuir a compulsão alimentar e, por isso, estima-se que a indicação desse medicamento seja “off label” (fora das indicações da bula), para o tratamento da obesidade.“ O medicamento apresenta algumas contraindicações específicas e devem ser atentadas pelo médico responsável pela prescrição”, alerta o endocrinologista.

Fonte: http://sbemsp.org.br/especialistas-recomendam-aprovacao-de-novo-emagrecedor-nos-eua/

A Dra. Julia Appel, do Corpo Clínico da Endoville, foi aprovada em primeiro lugar para o cargo de Endocrinologista no concurso do Hospital Municipal São José, recém realizado.

 

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